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    Apesar de a viagem não ter sido longa, a expectativa não abandonou Chandelle em momento algum. Quando finalmente ela e seu pai desceram da velha camionete em frente à casa de sua avó, ela se permitiu respirar mais aliviada. Aquela não era a última parada (e como ela gostaria que fosse!). Preferia mil vezes ficar morando com a avó do que com sua mãe, mas não tinha muita escolha. Quando os pais se separaram e ela era apenas uma garotinha de 10 anos, optara por ficar com o pai. Agora, 8 anos depois, prestes a entrar para a faculdade, precisava compensar sua antiga escolha. Desta vez não houve uma segunda opção, Chandelle teve que aceitar a oferta da mãe para que ficasse morando em sua casa, juntamente com seu atual marido e o casal de filhos dele. Talvez, por esse último “detalhe” fosse tão difícil aquela mudança.
    Sentiu-se um pouco tímida ao descer do veículo, mas o sentimento não durou muito; sua avó Margarete, espevitada, e com muito mais energia do que a própria Chandelle, a abraçou efusivamente levantando-a no ar, deixando a garota com olhos arregalados, surpresa pela força da avó (que se não tinha setenta anos, estava quase lá).
    — Chandelle, minha menininha! Como você está linda, meu amor! Venha, fiz um bolo de chocolate daqueles que você adora.
                A jovem sentiu vontade de revirar os olhos. Definitivamente, ter ficado tanto tempo longe do resto da família não fora uma boa ideia. E a prova disso estava ali: sua avó materna tratando-a como se ainda fosse um bebê.
    — Obrigada vó, mas nós só passamos para dar um beijo na senhora. Minha mãe deve estar nos esperando, aliás, ela já ligou várias vezes.
                Dona Margarete riu alto.
                — Sua mãe está toda feliz. Não está nem acreditando que você decidiu ficar na casa dela. — Ela olhou de esguelha para o ex-genro enquanto falava. — Depois de ter escolhido ficar com seu pai...
                — Vovó! — Outra vez aquela disputa?
           — Tudo bem. Deixemos isso pra lá. Agora é vida nova e minha netinha será uma ótima psicóloga, tenho certeza.
                A garota sorriu admirando a avó praticamente correr para dentro de casa arrastando-a consigo e fazendo sinal para que Rogério as acompanhasse.
                Depois de um café daqueles que só avós sabem fazer, enquanto ouviam-na falar sem parar sobre todos os programas que ela e a neta fariam, levantaram-se e encaminharam-se para a porta.
                O pai de Chandelle mantinha um sorriso forçado no rosto e não era difícil perceber que ele sofria em ter que se separar da filha. A única coisa que fazia com que sofresse menos era saber que sua menina estaria realizando um sonho ao entrar para a faculdade.
                Dona Margarete prometeu que veria a neta mais tarde - ela morava apenas uma rua acima da casa de Márcia, mãe de Chandelle.
                E assim, quando minutos depois pararam em frente à casa de Márcia, Chandelle encontrava-se muito mais nervosa do que o próprio pai, que por amor à filha, teria que dar de cara com seu “substituto”.
                Márcia correu até o portão como se não aguentasse mais tanta espera. A jovem sorriu, apesar do nervosismo, ao reparar que a mãe estava ainda mais linda do que alguns meses atrás, quando a viu pela última vez. Atrás dela veio seu marido e os dois filhos, que Chandelle não conhecia e tampouco fazia questão. Em todas as vezes que vira a mãe, e não foram poucas, sempre estavam sozinhas, sem companhias indesejáveis. Nunca negou que se sentia enciumada. Mas e agora, como seria ter que morar na mesma casa que toda aquela gente estranha? ela se perguntou.
                Rogério desceu e cumprimentou a todos apenas com um gesto de cabeça, em seguida abriu a porta de trás da camionete cabine dupla, de onde tirou a única mala que sua filha trouxera.
    Márcia entendeu que aquele era um momento de pai e filha e aguardou que os dois se despedissem. Uma lágrima silenciosa rolou dos olhos de seu pai e Chandelle enxugou beijando-o em seguida.
    — Eu vou ficar bem, pai. Além do mais, sempre que puder irei visitá-lo.
    Rogério assentiu, despedindo-se.
    Ela acenou quando o pai deu partida. Sabia que não podia mais adiar o encontro com sua nova vida.
    A mãe a abraçou, emocionada, mas não a ergueu no ar como fizera a avó. Felizmente! Chandelle pensou. Porque não queria pagar mico diante de uma garota toda fashion e um carinha dos mais lindos que ela já vira, e que a encarava com um sorriso travesso nos lábios, como se a cena fosse hilariante.
    — Que bom que você vai ficar aqui com a gente, Delle! Deixe-me apresentar sua nova família. — A mãe a puxou pela mão, como se ela ainda fosse uma criança.
    Era só o que me faltava!
    — Delle, este aqui é meu marido João e estes são os filhos dele, Ana Júlia e Guilherme.
    João a cumprimentou primeiro. Em seguida, Ana Júlia a abraçou, mas não sem antes admirá-la da cabeça aos pés. E, por fim, Guilherme, todo assanhado, a beijou no rosto; um beijo perto demais da boca, que deixou Chandelle com o rosto vermelho.
    — Seja bem-vinda, maninha Chandelle. Seu nome é em homenagem ao iogurte? — ele brincou piscando um olho charmosamente.
    Márcia interveio.
    — Por favor, Guilherme. Ela não é sua irmã, não comece com gracinhas.
    Ele ergueu as mãos em sinal de rendição e se desculpou, mas dava para perceber em seu olhar que não estava nem um pouco arrependido.
    Chandelle começava a se arrepender de ter topado a ideia da mãe de ir morar com ela, sendo que podia muito bem ter alugado um apartamento ou até mesmo ficado na casa da avó.
    A ideia de alugar um apartamento veio com força total quando ela descobriu que teria que dividir o quarto com Ana Júlia.
    — Mas mãe... é o quarto dela — protestou envergonhada.
    — Eu não me importo  — Júlia se manifestou. — Vai ser legal ter uma pessoa com quem conversar à noite, mas...
    — Mas o quê? — perguntou, temerosa.
    A garota voltou a analisá-la da cabeça aos pés.
    — Vamos ter que dar uma melhorada no seu visú. Você está parecendo uma garota do interior.
    — Mas eu sou uma garota do interior — ela respondeu sentindo-se ofendida. O que havia de errado com suas roupas?
    Júlia não se deu por vencida.
    — Ok, você é uma garota do interior, mas não precisa se parecer com uma — argumentou com um sorrisinho parecido com o do irmão. — A propósito, sou estudante de moda e entendo bem do assunto. Confia em mim.
    Ótimo. Era tudo o que eu precisava! Uma irmã postiça, louca, querendo dar uma de Raven. Chandelle pensou.

    As aulas começariam apenas na semana seguinte, de forma que Chandelle ainda teria que conviver 24 horas por dia com aquela garota doidinha querendo fazer dela uma “garota da cidade”. Ah, claro, e não podia esquecer de Guilherme. Não queria pensar nele... Não podia pensar nele, mas aquele sorriso torto não saía de sua mente.
    À noite, como prometido, dona Margarete apareceu. Mas estava com um aspecto cansado, suada e respirando com dificuldade. Chandelle quase teve um treco ao ver a avó naquele estado e teve vontade de matar todos da casa por não demonstrarem o menor sinal de preocupação.
    — A senhora está bem, vó?  O que aconteceu? — Correu para ampará-la e quase gritou de raiva quando Guilherme começou a gargalhar bem atrás dela.
    Mas não demorou muito para que ela entendesse o que estava acontecendo.
    Bastou a avó tomar um copo de água para explicar que estava com seus amigos do grupo da terceira idade, jogando vôlei. Desta vez, quase que Chandelle enfartou mesmo. Sua avó jogando vôlei? Não era de admirar todo aquele cansaço!
    Ela não conseguia parar de tremer, agora sabia que não era apenas por ter levado um susto, como também pelo efeito do riso rouco de Guilherme que o deixava uau.... sexy?! Quantos anos ele devia ter? Uns dezenove, deduziu.

    Mas ser bonito, ou incrivelmente bonito, não bastava. Chandelle descobriu isso logo na primeira semana. Enquanto Ana Júlia tentava transformá-la em garota maravilha, Guilherme não perdeu uma única chance de provocá-la. E deu opinião em tudo, mostrando-se um perfeito irmão-mais-velho-chato-pra-caramba, apesar de lindo, moreno, de olhos azuis e sorriso cativante.
    Depois de um corte de cabelo, que ficou perfeito no rosto delicado de Chandelle, Ana Júlia afirmara que vermelho era a cor que mais combinava com a pele clara dela, e assim se dispusera a levá-la em quase todas as lojas da cidade para comprar roupas em tons de vermelho. Claro que Guilherme se ofereceu para ser o motorista e não perdeu uma única chance de mostrar seu charme. Ah sim, para provocá-la, ele também decidira chamá-la de Chapeuzinho Vermelho, depois de ter flagrado Chandelle usando o capuz de um moletom canguru enquanto desfilava no provador para receber o aval de sua "personal" Ana Júlia.
    — Vamos logo, Chapeuzinho Vermelho. Márcia já deve estar preocupada com nossa demora. — Ele apelou para Chandelle quando percebeu que não conseguiria arrancar a irmã da loja tão cedo.
    — Ana Júlia, quer pedir para o seu irmão parar de me chamar assim? — pediu fingindo estar zangada, embora tivesse adorado o apelido.
    — Ah, não liga. Deixa ele — foi a resposta bem humorada de Júlia, que estava muito mais interessada nas araras repletas de roupas em promoção, sem perceber que o clima se intensificava entre Chandelle e seu irmão.

               Na sexta-feira daquela mesma semana, Chandelle já se sentia em casa. Por telefone, combinou com o pai de ir visitá-lo no próximo final de semana e ficou sabendo que Rogério aproveitaria sua ausência e chamaria a professora Joana para jantar com ele naquela noite. Ela aprovava sua escolha e torcia para que o pai fosse feliz com a mulher que vinha conquistando seu coração gradativamente nos últimos anos.
                Ao longo daquela semana Chandelle já se habituara a personalidade de todos; João e seu jeito reservado, Márcia e sua superproteção típica de mãe, Ana Júlia, doidinha, mas adorável... E principalmente Guilherme! Se fosse honesta consigo mesma admitiria que, apesar de ele viver pegando no seu pé, era impossível ignorar aquele friozinho na barriga que sentia toda vez que o via.
               Como se tivesse evocado sua presença, ele apareceu em seu campo de visão. Havia acabado de chegar da academia, cumprimentou Márcia e Chandelle com um "oi" e foi direto tomar banho no banheiro da garagem.
            Minha nossa, ele está lindo com essa toalha pendurada no pescoço e esse cabelo molhado com os pingos de chuva escorrendo!
             — Sua avó anda com a cabeça na lua — Márcia falou aproximando-se da filha que levou um susto por estar com a cabeça em outro lugar. Sentiu o rosto corar só em imaginar o que sua mãe diria se soubesse em quem ela estava pensando.
               — Po-por que? — gaguejou embaraçada.        
                Dona Margarete havia estado ali mais cedo, antes do encontro com seus amigos da terceira idade, e esquecera o molho de chaves sobre um móvel.
                — Agora quando sair cansada da bagunça com seus "amiguinhos" a mamãe vai ficar furiosa por ter que voltar até aqui pegar as chaves — Márcia continuou.
              — Deixa que eu levo. Se andar depressa, chego lá antes dela — Chandelle se ofereceu querendo fugir o quanto antes do olhar da mãe. Não dizem que mães sabem de tudo?
                — Já anoiteceu Delle, pode ser perigoso. E está chuviscando também. Gui, você vai demorar no banho? — Márcia perguntou para o enteado.
                — Acabei de entrar, né Márcia — ele respondeu sendo óbvio.
                — Qual é mãe, não sou um bebê. Sei muito bem me cuidar — ela argumentou, morrendo de vergonha por Guilherme estar ouvindo toda a conversa.
                — Está bem — a mãe cedeu. — Mas coloque o capuz e vá pela nossa rua, só dobre quando estiver bem debaixo dos postes de luz, ouviu? Fiquei sabendo que tem uma galera barra pesada na rua de cima. — Mas tudo o que Chandelle ouvia era bla-bla-bla, e só conseguia pensar em Gui tomando banho.
                  Levou o segundo susto do dia quando ele gritou do banheiro:
                — Cuidado com o lobo mau, Chapeuzinho Vermelho!
                Ela apenas riu. Puxou o capuz vermelho sobre a cabeça e colocou os fones de ouvido antes de sair quase correndo para chegar antes da avó em casa.
                Como estava com pressa, nem reparou que havia desobedecido as ordens da mãe e seguia pela rua de cima, despreocupadamente, girando o molho de chaves na mão.
                — Oi gatinha. — Uma moto preta parou bem perto e nem por um segundo ela sentiu medo. E, como boa interiorana que era, conversava com todo mundo. Aliás, achava bem estranho o pessoal da cidade não saber nem ao menos o nome dos vizinhos.
                 — Oi — respondeu meio sem jeito, retirando os fones.
             — Você é nova no pedaço, né? Onde vai com tanta pressa? — o cara perguntou, andando devagar na moto, fazendo curvinhas. Ele era bem bonito, isso Chandelle tinha que admitir.
                — Sou sim, me mudei faz poucos dias. Estou levando a chave para a minha avó Margarete, ela esqueceu na casa da minha mãe.
                — Dona Margarete? — ele abriu um sorriso de orelha a orelha. — Aquela senhorinha é uma parada, né? Somos bons amigos, ela vive me dando conselhos.
                — É mesmo? Você a conhece? E como é o seu nome? Vou dizer a ela que o conheci. — Não é que o cara estava sendo legal? E ainda por cima era amigo de sua avó.
                — Meu nome é Maurício, mas pode me chamar de Mau-Mau. E, claro, conheço sua avó, ela é um amor... Mas se você não se apressar não vai chegar a tempo de levar as chaves.
                — É verdade... minha avó vai ficar uma fera — respondeu, aborrecida.
                — Olha, se você quiser, posso levar as chaves para a vovó. Estou de moto, chego rapidinho lá e volto para acompanhar você, afinal essas ruas são perigosas à noite.
                — Jura? Você faria isso por mim? Poxa, você é muito gentil, Mau-Mau.
                — Sou mesmo — ele riu, convencido. — Ela mora na casa...
                — Na única casa verde com portão marrom, no fim da rua aqui. — Ela apontou com o dedo e em um segundo as chaves não estavam mais em suas mãos. Maurício voava em sua moto em direção a casa de sua avó.
                E a casa ainda estava longe da visão de Chandelle.

                Sabendo que dona Margarete teria as chaves e não estaria na rua quando chegasse em casa, ela não apressou muito o passo. Seguiu devagar e, quando chegou na casa da avó, entrou pela porta dos fundos que estava aberta.
           Abriu a boca sem emitir som algum de tanto pavor quando se deu conta do que estava acontecendo. Sua avó estava amarrada e amordaçada e Mau-Mau, ou sabe-se lá o nome do cara, fazia um limpa em todas as suas coisas; jóias, dinheiro, computador, televisão, colocando tudo dentro do próprio carro da idosa.
                Quando Chandelle finalmente conseguiu gritar e correu para a avó tentando desamarrá-la, acabou chamando a atenção do bandido que não teve pena, a amarrou também, apertando suas mãos unidas com força. Quando ela recomeçou a gritar por socorro, ele apontou-lhe uma arma, ameaçando que ela e a avó seriam refeição dos cachorros se não calassem a boca.
                E ali ficaram as duas, olhando uma para outra em pânico, esperando que um milagre acontecesse.

                De repente a porta foi aberta em um estrondo e como uma miragem, avó e neta avistaram policiais armados invadindo a casa e rendendo o ladrão, tudo em questão de segundos. Atrás deles Guilherme, pela primeira vez na vida, sem o sorriso torto, sua marca registrada.
                 Enquanto um policial ia ao socorro de dona Margarete, ele ajoelhou-se perto de Chandelle, abraçou-a e ela pôde senti-lo tremendo, com o coração acelerado.
                — Sua maluquinha!
                — Como você chegou aqui?
           Outros policiais passaram pela porta levando o cara algemado, preso em flagrante e aconselharam dona Margarete a registrar um boletim de ocorrência.
                Mas ela estava mais preocupada com a neta e com a explicação de Guilherme.
                — Eu saí de casa logo depois de você, Delle. Vi quando veio pela rua de cima e quando o cara te abordou. Achei que não seria uma boa ideia se aproximar naquele momento. Fiquei estarrecido quando a vi entregar as chaves para o idiota, que não é do bairro e parecia perigoso. Imediatamente chamei a polícia que estava por perto e felizmente chegou a tempo.
                — Oh Gui... Se não fosse por você não sei o que teria acontecido. — Chandelle atirou-se nos braços de Guilherme e estava tão nervosa que se valeu da situação para dar um beijo na boca dele. Não sabia dizer se ele estava tão nervoso quanto ela, o que sabia era que o beijo fora retribuído com a mesma intensidade.
                Sua avó pigarreou e os dois afastaram os lábios, sorrindo com timidez.
                Chandelle ainda teria que se explicar com a mãe e com a avó, mas, desde que Guilherme estivesse com ela, se explicaria em rede nacional, se fosse necessário.
                — Vamos, Chapeuzinho Vermelho. Você ainda terá que enfrentar duas feras — Guilherme brincou conduzindo-a pela mão porta afora, seguidos de perto por uma avó para lá de furiosa.


    CHANDELLE - UM CONTO DE FADAS MODERNIZADO.

    Nota: É isso aí amoras!!! E aí, curtiram? Quero saber a opinião de vocês 😉
    Obrigada por terem curtido e comentado no Face, vocês me fizeram muito feliz nos últimos dias 💗
    😅

    23 comentários :

    1. Queeeeee fofo, amei Neiva ����
      Como sempre muito bem escrito e mesmo sendo curto com todos os pontos bem amarrados. ����
      Parabéns!
      Muito bom !
      ����

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      1. Este comentário foi removido pelo autor.

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      2. Muito obrigada por ter lido, Lê. Amei saber que você curtiu 💗💗💗
        Beijão!!!

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    2. Respostas
      1. Obrigada, querida. Muito feliz com sua visita aqui no blog 💗

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    3. Amei!muitobom mesmo e amei também o livro a hora da verdade!

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      1. Ahhhhhhhhh que alegria saber disso, Gil 💗
        A Hora da Verdade é meu xodózinho rsrs #RafaELeo

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    4. Neivinha, sua linda.... Posso pedir mais contos por aqui??? Amei o conto... Amei a ideia <3

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      1. Claro que sim 💗 Você pode tudooooo Ina!!! rsrs
        Muito obrigada por acompanhar meus trabalhos, amada. Vou fazer novas ações assim no Face e no blog 😘

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    5. Respostas
      1. Coisa mais linda tua visita, Patríciaaaaa 💗
        Muito obrigada, linda! Bjs

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    6. Que conto lindo!!!
      Mas não posso deixar de confessar que fiquei com um mega gostinho de quero Muito mais!!!
      <3 <3

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      1. Isa, sua lindaaaa.
        Nem te julgo porque eu também fiquei rsrrs

        Obrigada pelo carinho, linda 💗

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    7. Muito bom Neiva 😍queria mais😂😂
      Ta eu sei que é um conto mais fiquei com vontade de le mais 👏👏👏👏💗💗💗💗💗

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      1. Vania, sua lindaaaa. Obrigada pelo carinho, amada!
        Também quero mais, quem sabe né rsrs 💗 💗

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    8. Muito bom Neiva 😍queria mais😂😂
      Ta eu sei que é um conto mais fiquei com vontade de le mais 👏👏👏👏💗💗💗💗💗

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    9. Que tudooo!!! ❤❤❤
      Agora entendi o nome Chandelle... Hehe
      Achei até melhor que a original��

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      1. Ai, assim eu me acho toda poderosa rsrs

        Obrigada, linda! 💗💗💗💗💗💗

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    10. Que tudooo!!! ❤❤❤
      Agora entendi o nome Chandelle... Hehe
      Achei até melhor que a original��

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    11. Muito bom, leve e atraente, com aquele gostinho de escreva mais pra gente ler!😉

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